Projeções de fotografias e filmes, foto-varal, instalações e mostra de fotografia e pesquisas formam a Ocupação Relâmpago, evento com que o Projeto Sextas Livres encerra as atividades de 2005 no Ateliê da Imagem, dia 16 de dezembro às 17:30h , com entrada franca. O endereço é Av. Pasteur, 453 - Urca, Rio de Janeiro.

Mocinho-bandido, certo-errado, ficção-realidade. Uma dualidade total durante toda a exibição de “Notícias de uma Guerra Particular” (1999) de João Moreira Salles e Kátia Lund exibido durante o Festival Hutuz de Cinema. O filme impressiona e assusta pela forma extrema como a realidade é apresentada. Declarações de encapuzados, a convivência com o conflito e o contato constante com a realidade das drogas em um campo de guerra. Chegando esse cenário caótico a criar uma certa “admiração” às atitudes do “movimento” e à valorização dos motivos do conflito. São chocantes as cenas de crianças empunhando armas, e a aprovação de moradores ao declarar que se sentem mais protegidos e amparados. Um filme impressionante que, apesar de tudo, deve ser visto pelas autoridades e por aqueles que ainda não tenham se conscientizado de que vivemos em um paiol de pólvora onde o pavio é curto e já está aceso (Sylvio Messias Morais).

A Liga dos MCs 2005 tem sua batalha final dia 14 de dezembro no Teatro Odisséia, com participação especial de Dom Negrone e Sandra de Sá. Ingressos a R$15.

As grifes Wendell Braulio e Soul Seventy se uniram para apresentar a coleção verão 2006 de forma bem original. Convidam um dj para, em ambiente de bazar, expor e vender as novas peças, enquanto oferecem o público um coquetel com vinhos e as pizzas da Piola. Dia 13 de dezembro o dj Clarck Quente comanda o som, enquanto no dia 20 é a vez de Chico Dub. O coquetel, com livre acesso, estará rolando das 18h às 21h. A pizzaria Piola fica na rua Paul Redfern, 44, em Ipanema.

O Ronca Ronca de Maurício Valladares, fotógrafo e dj considerado o John Peel brasileiro, terá sua segunda edição no Teatro Odisséia sexta 9 de dezembro. Como atração especial, show de Lobão e Skylab. Ingressos a R$20.

Catra, Max B.O e MCs do funk são as participações especiais da semifinal da Liga dos MCs de 7 de dezembro no Teatro Odisséia. A cada etapa 16 rappers se confrontam diante do público, que decide quem são os vencedores de cada batalha. Ingresso a R$15.

Didático, dinâmico, intenso, The Freshestkids, exibido 29 de novembro no Hutuz Filme Festival, costura muito bem o frutífero ideário da cultura Hip-Hop, com ênfase no mundo dos b-boys. O dinamismo do filme as vezes exige uma decisão rápida: ler as legendas ou ver os incríveis malabarismos dos dançarinos. O filme foi produzido, em 2002, pela The Brotherhood Films e, rapidamente, se tornou um cult consagrado como um dos mais expressivos relatos do gênero. A BHF foi fundada em 1996 pelo inquieto produtor, diretor e editor Israel, juntando-se em seguida à QD3 Entertainments que abriu o leque à novas produções voltadas para a cultura Hip-Hop. O documentário deixa claro uma realidade conhecida entre nós brasileiros. Grupos que sobrevivem sob intenso impacto da discriminação quer seja pela pobreza, cor da pele ou condição econômica, falta de instrução. Mas a exclusão social parece ter cura e, como o filme mostra, o remédio pode estar na arte/cultura e no esporte. As vezes parece um relato sociológico de como reverter o processo de exclusão em que jovens sem futuro descobrem um caminho e nele se integram e se entregam. Fogem das idéias simples e pré-formatadas pela mídia, inventam uma mistura de ginástica e arte e criam um estilo ímpar que influenciou o mundo. Mas fora isso, o que impressiona são as coreografias. É que me ocorre uma inevitável comparação com os campeonatos de ginástica e apresentações de dança. Neles, os participantes são atletas e possuem apoio e infraestratura. E quanto aos b-boys? Como conseguem fazer aquilo sem uma mínima estrutura? No filme são feitas comparações com o balé e a força que a mídia faz ao tentar assimilar o estilo, com apresentações na tv, pontas em filmes ultra-comerciais, campeonatos mundiais e mesmo como mais um estilo de dança ensinado em academias.Tudo isso, é claro, com o repúdio dos criadores e praticantes que defendem a identidade original do movimento e lutam para não vê-la esvaziada como mais uma moda passageira. O Hip-Hop deve e precisa ser considerado um seguimento importante de nossa cultura. Não há justificativas para não fazê-lo. Caso contrário como poderíamos explicar sua presença e desenvolvimento em lugares tão extremos do planeta, como Japão, Índia, Croácia entre outros? Como justificar o Graffiti, o Rap? Um filme que vale a pena ver, não acredito que existam cópias no Brasil. No entanto, mais informações podem ser encontradas no site www.thefreshestkids.com, inclusive, adquirir em vídeo ou dvd e, não deixe de acessar os links. (Sylvio Messias Morais)

Terça 6 de dezembro é dia de Umbigo de Fora no Teatro Odisséia. Essa é a quarta edição do evento criado por e para publicitários e que reúne DJs, artes plásticas, fotografia, curtas-metragens, moda. Na ocasião se apresentarão as bandas Mané Sagaz, Táxi Tóxico, entre outras. Comprovando a mistureba, o sambista Nelson Sargento fará participação especial. Zod, Tabalipa e Jack são os DJs. A casa abre às 20h e o ingresso custa R$10.

Pedro Luis fará participação especial no show do Empolga às 9 , quinta 01/12 no Teatro Odisséia. Às 23h. Ingressos R$15. O endereço é Av. Mem de Sá, 66 - Lapa, Rio.

O Hutuz Filme Festival é uma mostra de cinema dentro do festival de hip hop. Com ênfase nos documentários, apresenta produções recentes, nacionais e estrangeiras, entre longas e curtas, que traçam um painel do universo de interesses da cultura hip hop. Esse ano o festival está dando espaço a questões relacionadas ao MST, seja o movimento rural ou urbano. A seleção de filmes exibida no domingo pontua direções de uma cinematografia jovem e socialmente comprometida. "1 Ano e 1 Dia", de Cacau Amaral, João Xavier e Rafael da Costa nos faz conhecer a luta vitoriosa de trabalhadores da Baixada Fluminense pela posse da terra. Assim como "Brasil com P", de Cavi Borges, sobre a apresentação da Membros Cia. de Dança no assentamento do MST em Macaé, traz surpreendentes depoimentos, lúcidos e até poéticos, daqueles que estão na base da pirâmide social. "Neguinho e Kika", de Luciano Vidigal, é uma love story da vida loka, envolvendo adolescentes da favela jovens demais para terem que fazer as suas escolhas definitivas. Ótima atuação dos atores da Nós do Morro. O mesmo já não se pode dizer de "O Rap do Zinho", onde tudo e todos estão mal, com exceção do ator-mirim que faz o personagem título. Olho nele. "A Inspiração do Invisível", de Leandro Corrêa e Marcus DR, é uma obra meio abstrata, com um ótimo argumento infelizmente mal desenvolvido. "Sou Feia Mas Tô Na Moda", já conhecido no Festival do Rio, é um dos melhores documentários feitos na cidade esse ano. Não é o primeiro nem será o último abordando o movimento funk carioca, mas o faz sob um prisma inovador: as mulheres no poder, o verdadeiro pussy power. O filme nos conta, através dos inúmeros depoimentos femininos, que foram elas as responsáveis pela transformação dos bailes, antes redutos violentos dominados pelos embates de testosterona, através da política do prazer. Vênus vencendo Marte. A diretora Denise Garcia, ao apresentar o documentário à platéia do cine Odeon, enfatizou que a tecnologia digital é a grande revolução que está democratizando a produção cinematográfica, ao possibilitar a realização de filmes como o seu, de baixo orçamento e alta qualidade. A Mostra prossegue até o dia 30/11, com a entrega dos prêmios e a exibição de "Notícias de uma Guerra Particular", de João Moreira Salles e Kátia Lund, às 19h. O Cine Odeon fica na Praça Floriano, 7 - Cinelândia, centro do Rio de Janeiro.

2005 está quase no fim. Fazendo uma projeção para 2010, Capão Redondo, qualquer favela carioca, é uma bomba-relógio. Pobres e ricos votaram pelas armas. E Deus, onde é que fica?"- a voz de Mano Brown projetava sua indignação num Armazém 5 lotado, apesar do temporal que caiu sobre o Rio na noite de 25 de novembro, durante o show dos Racionais MC's no Hutuz Rap Festival. Bem mais cedo, o espaço do Cais do Porto, pontuado pela sempre precisa cenografia de Gringo Cardia, era ocupado por personagens, anônimos ou nem tanto, que estão dando visibilidade a uma cultura negra e urbana em franca ascensão no Brasil. Simultaneamente, enquanto no Palco Alternativo a cena do hip hop gaúcho representada na coletânea Operação Contágio fazia suas apresentações, partidas de basquete de rua eram disputadas na quadra montada dentro do Armazém, e b-boys faziam rápidas intervenções num decoflex improvisado. Ficou evidente o crescimento do esporte, que esse ano ganhou no Hutuz uma arquibancada para o público, e um certo esvaziamento dos grupos de dança. Uma grata surpresa no Palco Principal da noite de estréia do festival foi o grupo africano baseado no Rio Grande do Sul, Sevenlox. Eles fazem um hip hop melódico e muito dançante, com temas abordando os relacionamentos humanos, amorosos e as vivências da noite. O Sevenlox recebeu a equipe do E-VISTA no camarim para uma entrevista, onde nos informamos mais a seu respeito. Eles vieram da Guiné Bissau e formaram o grupo em Porto Alegre há 4 anos. São produzidos pelo Da Guedes. Nos contaram que o hip hop é bastante popular na África em função de ser uma cultura que dá voz aos oprimidos e não denigre a realidade africana. Disseram que não podemos nos esquecer que a base do hip hop e de toda a música popular ocidental é a África. Acham positiva a mobilização civil por transformação social no Brasil através do hip hop, mas não se deve restringir a poética do rap a um discurso político direto e panfletário. Acreditam que ainda existe preconceito contra o hip hop no Brasil, onde o estilo ainda não conseguiu estabelecer trocas com a música brasileira. O DJ do Sevenlox é gaúcho e nos anunciou que o próximo trabalho do grupo, a ser lançado pela gravadora Tridente em meados de 2006, trará a mistura do rap com ritmos africanos e a música tradicionalista gaúcha. Quem sabe faz a hora... O Hutuz Rap Festival prossegue até domingo. No dia 26, Boss AC estará lançando o CD "R.A.P - Ritmo, Amor e Palavras". Trata-se de um dos nomes pioneiros do movimento hip hop português, que revolucionou a cena musical daquele país. Dia 27, shows extras de Racionais MC's e MV Bill. O Armazém 5 fica na Av. Rodrigues Alves, Cais do Porto, Centro do Rio de Janeiro.

Dia 23 de novembro, num Canecão lotado, foi feita a entrega dos prêmios Hutuz 2005. A tônica da festa este ano foi a aproximação do hip hop com o samba, a chamada música preta brasileira, e as velhas gerações. Carmem Costa, do alto de mais de sete décadas de vida, entregou aos grupos A-TAL e Atitude Feminina o prêmio compartilhado de Melhor Demo Feminina, enquanto a Velha Guarda da Portela apresentou O Bando como vencedor do Melhor Demo Masculino, Dona Ivone Lara anunciou Parte um para receber o prêmio Revelação e Sandra de Sá chamou A Família para a categoria Melhor Música. Bezerra da Silva foi o homenageado do ano, provocando em memória forte emoção no público presente e no seu filho Thalamy, o Tuca, que o representou no palco. Mas o grande momento da noite foi a participação de Dexter, que preso em SP, agradeceu por celular a escolha de "Exilado Sim Preso Não" como melhor álbum do ano. Companheirismo de gueto, Deus e a valorização da raça negra foram, como sempre, os pontos comuns nos discursos da noite. Exceção para as falas de Cacá Diegues, que ao apresentar Rappin Hood como vencedor do Melhor Clipe afirmou que a próxima revolução no cinema brasileiro será o cinema de periferia; Ferrez que com o seu livro "Manual Prático do Ódio" ganhou o prêmio Ciência e Conhecimento, puxou o coro de "FORA ALCA!", e frei Beto que defendeu as cotas para negros nas universidades. As participações musicais foram de Black Alien, Da Guedes, Helião & Negra Li e uma surpreendente dobradinha de Caetano Veloso com Rappin Hood. O baiano, que recentemente jogou farpas contra o hip hop na imprensa, foi muito bem recebido pelo público e disse estar feliz e à vontade naquele ambiente. A tolerância foi assim, a grande vencedora entre todas as categorias.

O Festival de Dança de Rua, uma parceria do Sesc Madureira com o Projeto Rio Charme, ocorre dia 25 de novembro, às 18h, no próprio Sesc, com o objetivo de valorizar a dança urbana do Estado. Apesar do Breaking ser mais conhecido, existem outras modalidades de dança no hip hop, que estarão representadas. O Projeto Rio Charme, uma atividade cultural de atenções voltadas para o bairro de Madureira e comunidades adjacentes, vem sendo divulgado há quatro anos no baile black do bloco carnavalesco Pagodão de Madureira. O Sesc tem um projeto pedagógico chamado Geração Hip Hop, baseando-se nos elementos culturais do hip hop para transformar a vida de jovens pobres. A dança de rua uniu essas duas iniciativas,cada um fazendo a sua parte pela nossa cidade. O Sesc fica na Rua Ewbanck Câmara, 90, o ingresso é 1 kg de alimento. Inscrições para as crews até 24 de novembro em marcosvin.bispo@ig.com.br.

O projeto pisa retorna 22 de novembro, debatendo o tema Pedofilia. O mediador será o ator e diretor Jaime Leibovitch, que interpretou o pedófilo Bill na novela "América" da Tv Globo.

Novembro é mês de Hutuz, considerado o maior festival de hip hop da América Latina. Até o dia 27, tendo como base o Armazém 5 do Cais do Porto, na Av. Rodrigues Alves, Rio de Janeiro, diversas atividades darão conta da produção recente no universo da cultura dos 4 elementos. Shows, intervenções de break e grafite, batalha de MC's, basquete de rua, cinema. Como vem se tornando tradição, o festival é aberto com um fórum de debates, no CCBB. A palestra de estréia, dia 16, enfocou o Movimento Social e teve como convidado, entre outros, João Pedro Stédile, coordenador nacional do MST e uma verdadeira liderança de resistência. Com brilhante transparência na oratória, Stédile explicou a crise brasileira através dos nossos ciclos históricos: dos anos 30 aos 80 houve o modelo de industrialização dependente, onde a riqueza gerada era concentrada pela classe dominante. Esse modelo foi substituído nos períodos Collor e FH pelo neoliberalismo, onde nossas empresas produtivas foram entregues ao capital internacional e o desemprego atingiu níveis recordes. Stédile acha que estamos vivendo um momento de refluxo do movimento de massas, que exige a criação de uma cultura de resistência. Acha necessário que se formem pontes de unidade através da troca de idéias, sendo imperativo questionar a cultura dominante seja como for: através da música, das roupas, do veículo que estiver ao alcance. Admite que ninguém está organizando a juventude no Brasil, e que a transformação social em nosso país passará necessariamente pela criação de um projeto social com base na juventude. Próximo evento Hutuz: intervenção de break, 19 de novembro, 15h, em frente ao cine Odeon, com participação da Rockstead Crew, de NY.

O ateliê da imagem inaugurou no dia 11 de novembro a exposição peles fotográficas, da artista plástica e fotógrafa cláudia mauad. Essa é uma excelente oportunidade para apreciação de um trabalho que investiga possibilidades no campo da materialidade da fotografia pura. Peles fotográficas é uma metáfora entre a película fotográfica e a pele humana, ambas sensíveis à luz. Emprega as técnicas de quimiograma (pintura com químicos reveladores e fixadores) e fotograma (imagem produzida diretamente sobre papel fotográfico, sem uso de câmeras). A exposição permanece em cartaz até 7 de janeiro de 2006, com entrada franca. O ateliê fica na av. Pasteur, 453, na urca, rio de janeiro. Nos dias 18 e 19 de novembro,das 14h às 17h, cláudia promove oficina onde ensina as técnicas que utiliza em seus trabalhos. Tels. Do ateliê para inscrições: 21 2541-3314/6939.

Rio Cena Contemporânea - Fotografias
   
   

Rubber, fotógrafo e multi promotor de eventos, tornou-se conhecido por documentar o nu artístico em ambientes nada ortodoxos como casarões abandonados ou a feira de antiguidades da Praça XV. No dia 4 de novembro, uma sexta-feira, a partir das 19h, no Espaço Alma (R. Santa Luzia, 760 - Cinelândia), Rubber apresentará uma compilação dos seus melhores trabalhos de 2005 na exposição TODA NUDEZ... Bem ao seu estilo, não se trata de uma exposição convencional. Haverão quatro performances com dois modelos masculinos e dois femininos, que também posarão nus para os fotógrafos interessados. Complementando as fotos, Rubber projetará slides no corpo das modelos. Ingressos a R$5, ou R$10 para quem quiser fotografar. O cachorro-quente é grátis.
 

Sid bond vem desde 2002 coletando imagens do nascer do sol no aterro do flamengo, dispondo hoje de 35 mil arquivos digitais. Consegue conferir uma dose de mistério e surrealismo a um tema aparentemente banal. Suas fotos estão no site oficial da embaixada do brasil em berlim e de 22 de outubro a 2 de novembro poderão ser vistas no armazém digital (rua general severiano, 97 lj 108). Essa exposição inaugura um sistema de exibição e venda de fotos em livraria associada à formação de um banco de imagens digital. A partir do iníco da mostra, as fotos estarão disponíveis para aquisição em séries limitadas e autenticadas atraves do site www.armazemdigital.art.br. A vernissage é no sábado 22 às 18h,com projeção às 20h e 21h.

Programa imperdível na cidade o cabaré do festival riocenacontemporânea, que até o dia 15 de outubro ocupa a antiga estação de trens da leopoldina, a partir das 22h. O cabaré é praticamente um outro festival dentro do já tradicional festival de teatro contemporâneo. É uma rara e super benvinda oportunidade de apresentação simultânea de artistas de linguagens modernas, sejam fotógrafos, músicos, artistas plásticos, cineastas, djs e vjs, todos interagindo sobre o cenário histórico e algo apocalíptico da velha estação. O dia 11 véspera de feriado, chamado cabaré eletrofunk, tem como principal atração o duo tati quebra-barraco e mr.catra na gare e performance de laura de vison nas plataformas.

Mesas, cadeiras e pessoas que conheçam um tema em profundidade pisando fundo no papo. Assim é o Pisa, série de encontros organizados por IVY ZELAYA e SILVIA IGNEZ. Desde sua criação em agosto de 2003 foram discutidos temas como Relacionamento Afetivo e Modernidade, Sexo e Impulsividade na Cultura de Consumo, A Mídia na Formação de Consciências. Contato: pisavirtual@yahoo.com.br

Até 13 de outubro poderá ser vista na Grande Galeria do Centro Cultural Cândido Mendes a exposição Vaga Luz - Uma Reconstrução do Tempo, do fotógrafo JOSÉ LUIZ MONTEIRO. O tema são as possibilidades de registro da luz e do movimento através de baixas velocidades de obturação da câmera. São dez imagens individuais e doze sequências de imagens montadas e sobrepostas umas às outras com afastamento entre elas, formando uma grande e desalinhada imagem da cena retratada. Segundo Paulo Duque Estrada,do setor de fotografia da UFF, estas paisagens urbanas se voltam para um certo lado misterioso da noite nas metrópoles, tendo a luz como principal elemento de tensão. Mais informações: pandrade@
candidomendes.edu.br. O centro cultural fica na Rua da Assembleia, 10, centro do Rio de Janeiro. Visitação de segunda a sexta-feira, das 12h às 19h.

LIANA CARVALHO, fanzineira de primeira hora nos gloriosos anos 80 (Textículos Visuais, quem viveu viu) lança no final de setembro o site QUALVAISER.COM, agendando todos os eventos das favelas e entornos. Cobertura caprichada atualizada semanalmente por sua equipe de repórteres e fotógrafos. Interessados em divulgar seus eventos, mandem e-mails!